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Terreno Urbano para recuperar Giesteira Marmelete Monchique para vender - água, zona muito calma, cultura arvense
210.000€
thumbTerreno Urbano para recuperar Giesteira Marmelete Monchique para vender - água, zona muito calma, cultura arvense
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t1t2t3t4t5REF AV-PBI-120161.000m²Terreno misto com 6,10ha e casas para recuperar, com muita água, atravessado por um riacho, localizado na Giesteira, concelho de Monchique. Vistas magníficas sobre a serra. Constituído por 2 artigos: 1 rústico e 1 urbano O artigo urbano tem áreas muito generosas o que é muito pouco comum neste tipo de propriedades. * Área urbana: 520m² Área de Implantação do edificio: 207m² Área bruta de construção: 207m² Áreas também generosas de terreno agrícola constituídas por hortas em socalcos, cultura arvense, matas de medronhos e leito de curso de água. Localizado no concelho de Monchique está a cerca de 25 km da vila e fica muito próximo da Foz do Farelo. Propriedade localizada numa zona muito calma e com óptimos acessos. Situado entre Monchique e a Costa Vicentina, fica a aproximadamente 25 min. da Praia de Odeceixe. A propriedade ideal para conjugar habitação própria permanente e Alojamento Turístico, caso haja essa pretensão. * Uma vez que esta propriedade se encontra numa área protegida, está abrangida pelo 'Regime Jurídico de Conservação de Habitats' pelo que não serão permitidas novas construções: a) A realização de obras de construção civil fora dos perímetros urbanos, com excepção das obras de reconstrução, demolição, conservação de edifícios e ampliação desde que esta não envolva aumento de área de implantação superior a 50% da área inicial e a área total de ampliação seja inferior a 100m²; CURIOSIDADES: 'A Lenda do Manto de Santo António' Numa aldeia do Concelho de Monchique vivia uma jovem amargurada por não conseguir casamento. Já desesperada, prometeu fazer um manto para a imagem de Santo António que existia num nicho à entrada da aldeia. A jovem ofereceu-lhe uma manto azul bordado a ouro. E satisfez-lhe o gosto o Santo casamenteiro. Mas nem o ouro sobre azul a protegeu. O marido era rude, agressivo, molestando-a com ameaças constantes. A rapariga vivia apavorada e muito mais ficou quando descobriu que estava grávida. No meio de maus tratos, nasceu finalmente uma menina, que foi crescendo entre medo e lágrimas. Com 8 anos de idade e cansada de tanto medo e sofrimento, a criança, saiu de casa cedinho e foi ajoelhar junto ao nicho de Santo António do qual era fiel devota. E na fala simples das crianças, falou ao Santo, pedindo a felicidade da família e o fim de tantos receios e agressões, prometendo ao Santo que nunca lhe faltariam as flores. Tanto rezou que perdeu a noção do tempo. De súbito, assustou-se ao sentir alguém que lhe falava baixinho. Era um homem desconhecido, estranho e tranquilo, que lhe disse ter fome e sede e precisar de descansar. A pequena nem hesitou, tomou-lhe a mão e levou-o para sua casa, avisando-o para não se assustar com os gritos do pai. Tinha razão a menina já que o pai ficou colérico e não conteve as palavras duras. Enquanto esperava pela comida, o desconhecido falou ao homem de tal forma que este sentiu vir-lhe uma grande paz, prometendo modificar o seu comportamento. E logo ali começou, retirando-se para a cozinha da casa para ajudar a esposa. Voltando com o alimento, foi o casal surpreendido pela ausência do estranho... Portugal de Lés a Lés (site)
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